domingo, 6 de julho de 2014

Impacto ambiental da Ponte Salvador - Itaparica

O projeto de construção da ponte Salvador - Ilha de Itaparica faz parte de um plano de desenvolvimento socioeconômico da Bahia. O projeto visa a construção de acessos da futura ponte com a rodovia BA-001, a duplicação do trecho desta rodovia até a Ponte do Funil e a preservação de áreas antropizadas e desocupadas, mas ambientalmente desprotegidas.

De acordo com o projeto arquitetônico proposto, a ponte terá aproximadamente 12 km, com um total de seis faixas de tráfego e duas pistas de acostamento, o que garante melhores condições de mobilidade, segurança e nível de serviço que vai atrair desenvolvimento econômico e social para a região metropolitana.

Impactos Ambientais

A construção de uma ponte como essa certamente gera impactos ambientais, afetam a estabilidade preexistente dos ciclos ecológicos, podendo fragilizar ou fortalecer, sendo que a nossa Baía de Todos-os-Santos está lutando contra a poluição que sofre de industrias e esgotamento sanitário.

Para a construção de uma ponte é feita uma avaliação de impactos ambientais (iniciado no primeiro trimestre deste ano com um prazo de 5 meses) onde a empresa que cuidará da pesquisa terá que analisar e trazer medidas que possam diminuir os impactos que são comumente gerados em construções de pontes, que é:

  • Poluição do Ar, devido ao grande tráfico de veículos;
  • Prováveis alteração na fauna, visto que existem áreas de preservação próximas;
  • Água, possível alteração da qualidade na água devido a turbidez da perfuração do solo durante a fase de construção;
  • Poluição sonora, pode ser considerado como um impacto pois expulsaria pássaros e outros animais próximos da região e um incomodo a população pelos ruídos que são gerados;
  • Alteração do solo, o uso de cimento e produtos químicos pode influenciar em alterações perturbando o ecossistema.

Esses são apenas alguns dos impactos que podem ocorrer e trazer prejuízos ambientais para a nossa fauna e flora. É preciso medidas precavidas das coparticipantes(empresas, governo e população) para a redução de impactos negativos sobre a região em que a ponte será construída.

Para a poluição sonora e do ar por exemplo, pode ser feita a implantação de Árvores onde todos sabemos que são barreiras naturais para que não possam atingir tanto a saúde da população, e também a preservação das áreas antropizadas e desocupadas para que não possa ser muito atingida. Lembrando que os Impactos não serão apenas negativos*, se o planejamento e construção da ponte forem bem feitos, sendo que ainda estamos neste período de pesquisas do ambiente para a construção da ponte e poderemos observar o andamento por meio do site: www.pontesalvadorilhadeitaparica.ba.gov.br.

Nota: *A construção da ponte também trará vários impactos positivos, como a mobilidade de Salvador para a Ilha de Itaparica e com a geração de empregos (Técnicos em Edificações).


Fontes: 
  •  http://www.pontesalvadorilhadeitaparica.ba.gov.br/
  • http://www.casacivil.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=115:governo-da-partida-a-construcao-da-ponte-salvador-itaparica&catid=34:noticias-geral&Itemid=99
  • - http://www.seplan.ba.gov.br/noticias/primeiro-edital-da-ponte-salvador-itaparica-e-lancado-nesta-terca-feira.html
  • http://www.strictosensu.inf.br/principal/?p=1749

Boiando nos oceanos, o que será?

O lixo que nós produzimos em uma escala mundial tem preocupado pesquisadores pelo fato de não só ocupar muito espaço no aterros e lixões, como também é levado para os mares e oceanos pelo fato da ausência de saneamento básico em grande parte do mundo e você quer saber o quanto é jogado nos nossos oceanos?

Milhões de toneladas. Essa é a quantidade de plástico flutuando nos oceanos do planeta, dada a sua utilização onipresente. Mas um novo estudo descobriu que 99% deste plástico está desaparecendo dos oceanos. Uma possibilidade perturbadora: peixes estão comendo. 



Os seres humanos produzem quase 300 milhões de toneladas de plástico por ano. A maior parte disso termina em aterros sanitários ou lixões, mas um estudo de 1970 da Academia Nacional de Ciências estimou que 0,1% de todo todo plástico produzido pelo homem vai para os oceanos. Cerca de 80% vem dos continentes, transportados por rios, inundações ou tempestades, e 20% de embarcações marítimas. Parte deste material acaba preso no gelo do Ártico, uma outra parte que chega nas praias, pode até se transformar em rochas feitas de plástico. Mas a grande maioria ainda deve estar flutuando lá fora, no mar, preso nos giros subtropicais, grandes redemoinhos no centro dos oceanos, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico.

Para descobrir a quantidade de plástico que está flutuando nessas manchas de lixo, quatro navios da expedição Malaspina, um projeto de pesquisa global para estudar os oceanos, coletou em 2010 e 2011 amostras de plástico em todos os cinco grandes giros oceânicos. Depois de meses de rebocando redes de malha fina ao redor do mundo, os navios de pesquisa nos trouxeram novas informações. Ao invés das milhões de toneladas que os cientistas esperavam, os pesquisadores calcularam o volume global de plástico nos oceano em, no máximo, apenas 40 mil toneladas, e  relataram isso ontem (02/07) na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. "Não conseguimos contabilizar 99% do plástico presente nos oceanos", diz Duarte, líder da equipe.

As concentrações de detritos de plástico em águas superficiais do oceano global.
As concentrações de detritos de plástico em águas superficiais do oceano global. 
Círculos coloridos indicam concentrações de massa. O mapa mostra as 
concentrações médias de 442 locais (1.127 reboques de rede de superfície). 
Áreas cinzentas indicam as zonas de acumulação previstas por um 
modelo de circulação da superfície global. Cinza escuro e cinza claro 
representam zonas de acumulação interna e externa, respectivamente; 
áreas brancas são previstas como zonas de não acumulação. (Cózar, A.)





















Ele suspeita que essa enorme quantidade de plástico foi ingerida por animais marinhos. Quando o plástico está flutuando no oceano aberto, a radiação do sol pode fragmentá-lo em partículas cada vez menores, até ficarem tão pequenas que começam a parecer comida de peixe, especialmente para o pequeno peixe-lanterna, um pequeno peixe marinho bem distribuído nos oceanos, conhecido por ingerir plástico.

"Sim, os animais estão comendo", disse o oceanógrafo Peter Davison, do Farallon Institute for Advanced Ecosystem Research, em Petaluma, California, que não esteve envolvido no estudo. "Isso tudo é indiscutível." Mas, ele disse, "é difícil saber neste momento quais as consequências biológicas. Poluentes tóxicos como o DDT, PCBs, ou mercúrio aderem à superfície do plástico, adsorvendo e concentrando poluentes presentes na água." Quando os animais comem o plástico, as toxinas podem estar indo para o peixe e percorrendo a cadeia alimentar até espécies de mercado como o atum e o marlim. Ou, disse Davison, "as toxinas no peixe podem voltar pra água ... ou quem sabe, eles estejam vomitando (plástico) ou excretando, e não haja dano a longo prazo. Nós não sabemos."

Com esse grande problema ambiental, temos discutido em sala de aula sobre a utilização consciente de tudo que nós consumimos para que não seja tão elevada a quantidade de lixo que produzimos diariamente. Como o tema aqui abordado foi o lixo plástico, pensei então em mostrar algumas coisas que podemos produzir ou reaproveitar usando o plástico que iria ser jogado fora.

BOLSA FEITA COM SACOLAS PLÁSTICAS     
     
PORTA LÁPIS FEITO COM PET'S




















            




VASO P/ PLANTA (PET)  










       


VASSOURA (PET)












PORTA JORNAL E
PORTA VELA(PET)







PULSEIRA FEITA COM SACOLAS 

CESTA FEITA COM SACOLAS





Aluno: João Carlos Cerqueira Dias
Turma: 02
Curso: Téc. em Edificações (Unifacs - Vespertino)

sábado, 5 de julho de 2014

Lixo nas esquinas de Nova Dias d'Ávila

O bairro Nova Dias d'Ávila localizado na cidade Dias d'Ávila está com suas esquinas carregadas de lixo. O que vem causando transtorno a alguns moradores do bairro. 
Devido a falta de consciência ambiental de alguns moradores esse lixo acaba se acumulando. Existe a coleta na cidade com dias e horários conhecidos pelos moradores do bairro, mas infelizmente alguns moradores insistem em continuar colocando o lixo na rua, e o pior, não colocam em sua portas e sim em terrenos vazios que tem nos loteamentos do bairro.
O lixo acumulado é composto por lixo doméstico, resíduos de obras, animais domésticos mortos e móveis velhos. Mas o problema não termina aí. O acumulo desse lixo tem causado transtornos devido a proliferação de roedores que se alimentam dos restos de alimentos em decomposição, mal cheiro devido aos animais mortos que são jogados junto ao lixo doméstico em decomposição, há também o acumulo de água nesses terrenos, pois esse lixo é retirado por tratores que acabam "cavando" os terrenos, o que causa erosão dos mesmos. 
Foram feitas várias reclamações na prefeitura da cidade sobre esse lixo acumulado, e o que a prefeitura faz é retirar esse lixo e colocar placas proibindo que o lixo seja jogado ali. Mas infelizmente isso não é o suficiente, pois o lixo ainda continua sendo amontoado nessas esquinas.
Uma das formas de tentar coibir esse tipo de atitude é a conscientização da população quanto aos malefícios que esse acumulo de lixo causa a saúde e a sociedade. A secretaria do Meio Ambiente da cidade deveria investir em grupos que deem aulas nos bairros, ensinando a população a forma correta de separação e descarte desse lixo, evitando assim, a lamentável imagem que vemos todos os dias ao sairmos de nossas casas.


Jacarandá-da-bahia em extinção

"Jacarandá" provém do termo tupi yakãrã'tã. O "-da-Bahia" é uma referência a sua presença expressiva no estado da Bahia.
O jacarandá-da-baía (Dalbergia nigra (Vell.) Allemão ex Benth. em inglês Rosewood), é uma árvore fabácea natural do Brasil, especialmente dos estados da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Atualmente, porém, só é encontrada no sul do estado da Bahia.
Sua madeira é comumente utilizada em mobiliário de luxo, sendo mundialmente conhecido seu emprego na construção de piano e instrumentos de corda. Instrumentos musicais feitos de jacarandá-da-baía, hoje são muito valorizados devido a sua sonoridade única. Ela esta presente em quase todos os instrumentos vintage. Por ter se tornado uma madeira de lei ela é muito cobiçada na fabricação de instrumentos musicais. É empregada também para acabamentos internos em construção civil, como lambris, molduras, portas, rodapés, para folhas faqueadas decorativas, revestimento de móveis, etc. 
árvore é muito ornamental, principalmente pela folhagem delicada e forma aberta de sua copa. É considerada a madeira brasileira mais valiosa e bela.
Sua madeira tem sido explorada desde a fase colonial. As sementes servem de alimento para roedores, o que dificulta sua regeneração. Está na lista de espécies ameaçadas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e seu plantio ocorre em várias áreas protegidas.
Sua árvore tem 15 a 25 metros de altura, tronco com 40 a 80 cm de diâmetro, madeira rija, negra, resistente, com desenhos variados, fácil de ser trabalhada. As folhas compostas pinadas com 11 a 17 folíolos, flores esbranquiçadas e pequenas, frutos membranosos indeiscentes com 1 ou 2 sementes. Floresce entre setembro e novembro, e os frutos amadurecem em agosto e setembro.
O corte indiscriminado, feito pelas madeireiras clandestinas, levou a espécie ao risco de extinção. 
Fontes: 
* http://www.ambiente.sp.gov.br/jardimbotanico/files/2013/08/Plantas-em-Extincao-Site21.pdf
* Lorenzi, Harri: Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol. 1. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002, 4a. edição.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Será que dá, Brasil?

  O contraste social encontrado na realidade brasileira tem sido constantemente fonte de duras críticas no cenário mundial. Sendo abrangido dentro do grupo dos países em desenvolvimento, a nação canarinho tem dado passes falhos no quesito que diz respeito à resolução das mazelas sociais que, cada vez mais, vem afetando as camadas menos abastadas da sociedade. E neste ano, em que o campeonato mundial é sediado no país, a incoerência entre as realidades se torna ainda mais conflitante.

  Os debates acerca dos gastos abusivos do governo para acolher o evento não são infundados, tendo em vista o leque de deficiências que a população enfrenta cotidianamente, sem acesso (principalmente) a educação e saúde de qualidade. Por outro lado, considera-se que muitos benefícios aqui serão deixados, assim como os avanços em transporte público, na mobilidade urbana, e a geração de emprego que são as principais alegações do governo.
               



  O Brasil, como o país mais populoso da América do Sul deveria também se preocupar em se destacar na promoção de uma educação de qualidade, que é o primeiro passo para diminuir a desigualdade em todos os outros aspectos: é o que mostra a estimativa de que a cada 100 brasileiros, apenas 9 possuem diploma universitário devido a alta desistência de se formar por falta de condições de prosseguir o estudo por falta de recursos para o pagamentos das mensalidades ou necessidade de abandonar o curso para arranjar um emprego. Não deve-se deixar de lado o fato de que nos últimos dez anos o governo brasileiro investiu na redução da miséria, mas nem desse modo conseguiu evitar a propagação desta dura realidade para as próximas gerações. Neste ano, dos 135 milhões de eleitores, apenas 47% já concluíram o ensino fundamental. Qual será o futuro da nação brasileira com essa triste realidade?




Um pouco mais sobre “A história das coisas”

Esse pequeno porém reflexivo documentário educativo trata do ciclo do consumo de produtos, representando este importante assunto que cerca a sobrevivência de todo o planeta e da espécie humana. Se compõe com representações do nosso sistema de produção desde à extração até a comercialização e o consumo. 
As consequências do consumo desenfreado são desastrosas em vários níveis e nos evidencia os inúmeros interesses econômicos intrísecos nessa realidade baseada no sofrimento humano, na exploração dos recursos naturais e na destruição ambiental.
Ao consumirmos de forma inconsciente e desenfreada, destruímos o meio ambiente e consequentemente arriscamos a nossa própria sobrevivência e nesse sentido, o documentário nos induz a criar uma maior consciência do problema afim de nos impulsionar a criar um maior respeito pelo ambiente em que vivemos.

Os principais pontos abordados dentro do ciclo de consumo são:

EXTRAÇÃO: na fase de extração há a busca pelas matérias primas, a destruição dos ecossistemas, a degradação ambiental, e as migrações forçadas mediada pela exploração dos países subdesenvolvidos. 
PRODUÇÃO: durante a produção na busca por mercados consumidores  há a exploração de mão-de-obra, a guerra fiscal, o protecionismo econômico entre os blocos econômicos e a busca por lucro máximo.
DISTRIBUIÇÃO: nota-se o avanço nos transportes públicos objetivando a integração dos territórios.
CONSUMO: a sociedade consumista busca a satisfação no consumo proporcionada pela tecnologia e depara-se com a obsolescência planejada (processo para que os produtos sejam substituídos num tempo mais curto) e obsolescência perceptiva (quando o fabricante não consegue diminuir a vida útil do produto e lança versões modernas com pequenas modificações).
TRATAMENTO DO LIXO: o desenvolvimento sustentável depara-se com o problema do lixões.

Abaixo segue o link do vídeo para quem tiver interesse em conhecer essa história contada de forma mais dinâmica:

https://www.youtube.com/watch?v=xEgPp1VGWsM

terça-feira, 1 de julho de 2014

Qualidade do ar em Camaçari vai piorar, diz ambientalista.




O fedor da poluição causada pelo Polo Industrial de Camaçari atingiu níveis insuportáveis em janeiro deste ano, na sede do município, onde moram grande parte dos cerca de 270 mil habitantes. Esse odor desagradável que vem se propagando quase que diariamente em horário noturno sobre a cidade de Camaçari é velho conhecido de todos os trabalhadores do Polo, pelo odor característico, se trata de poluição emanada das chaminés da empresa Bahia Specialty Cellulose (Bahia Pulp).
Forte odor, doenças respiratórias são algumas das reclamações da população que acredita que as indústrias da cidade estão poluindo e destruindo com a qualidade do ar na região. “Esperamos uma providência nesta poluição que está acabando com nossos dias de vida. Este ar poluído com resíduos tóxicos já está deixando a população de Camaçari doente. Todos os dias meus filhos e eu temos dor de cabeça, dor nos olhos, falta de ar devido a este terrível mau cheiro que a Cetrel e o Polo está liberando para o nosso ar”, diz um leitor .

A tendência é piorar a qualidade do ar


De acordo com o ambientalista Durval Borges, a tendência da poluição em Camaçari é piorar, pois não existe uma política de desenvolvimento sustentável e o que se vê é o anúncio de mais empresas se instalando na cidade, sem um planejamento ambiental para isso. Ele defende um levantamento epidemiológico para verificar se esta poluição está afetando ou não a saúde das pessoas que moram no município.
O ambientalista acredita que exista na atualidade uma política econômica em curso que prima pelo aumento da arrecadação de impostos, mas que não garante uma política ambiental que estabeleça uma qualidade saudável de vida.

Por Havana Pina
Turma 02

Fonte:
http://www.camacarinoticias.com.br/leitura.php?id=241869
http://www.camacarinoticias.com.br/leitura.php?id=208872





segunda-feira, 30 de junho de 2014

Espécie de coral causa desequilíbrio ambiental na Bahia

Um tipo de coral ameaça a biodiversidade marinha na Baía de Todos os Santos (BA). O coral-sol (nome científico: Tubastrea tagusensis e Tubastrea coccínea) foi detectado recentemente pela organização socioambientalista PRÓ-MAR em uma Área de Proteção Ambiental (APA), localizada na Ilha de Itaparica. “Em uma de nossas expedições o encontramos em um relevante recife da região, onde já é possível ver uma grande cobertura deste organismo em algumas pedras, dividindo espaço com importantes corais construtores dos recifes brasileiros, incluindo espécies endêmicas da Bahia”, declarou o biólogo Ricardo Miranda, coordenador de Biomonitoramento da PRÓ-MAR.
O organismo representa um grande risco, pois se reproduz com facilidade e expulsa espécies nativas, além de peixes e crustáceos, provocando um grande desequilíbrio ambiental. Por esse motivo, a presença dele pode prejudicar a economia de cidades que vivem da atividade pesqueira. Há também outro agravante: além de não servir de comida para outros corais, ainda ingere quantidades consideráveis de plânctons, o principal alimento da espécie.
Segundo Miranda, a identificação das áreas invadidas pelo coral é muito importante para combatê-lo rapidamente. Pesquisadores estudam maneiras eficazes para a remoção em grande escala. No entanto, enquanto não há resultados concretos, o trabalho de retirada tem sido feito manualmente por associações da região.
O coral-sol foi visto pela primeira vez em Salvador em 2008, mas segundo pesquisadores ele foi trazido para o Brasil na década de 1980 em plataformas petrolíferas vindas da Ásia.

Fonte : http://www.docol.com.br/planetaagua/atualidades/especie-de-coral-causa-desequilibrio-ambiental-na-bahia/

O Combustível do Futuro: Água!

Desde 2008, a Honda vem produzindo protótipos de um modelo de carro chamado FCX, Fuel Cell Experimental, fruto da tecnologia da Célula de Combustível: que emite e consome, exclusivamente, água, sem o acréscimo de absolutamente nenhum poluente. Para chamar a atenção para este incrível sistema, foram distribuídas garrafas de água geradas pelo escapamento do FCX Clarity em cinemas e eventos. A água era realmente limpa. Confiram:


O único problema desta tecnologia é seu altíssimo custo. Existem apenas cerca de 50 exemplares deste modelo, disponibilizados no sul da Califórnia e no Japão, destinados apenas a potenciais consumidores, pelo custo do carro + 600 dólares mensais durante 3 anos. A previsão para montagem em massa e venda deste veículo está para 2018.

Mas, mesmo assim, é um enorme passo para o desenvolvimento sustentável e melhora da qualidade de vida nas grandes cidades, visto que cerca de 75% da poluição do ar é proveniente dos automóveis.

Referências:
http://www.hypeness.com.br/2014/06/um-carro-tao-ecologico-que-emite-agua-limpa-pelo-escarpamento/
http://en.wikipedia.org/wiki/Honda_FCX_Clarity
http://corporate.honda.com/environment/fuel_cells.aspx?id=fuel_cells_overview

Texto por: Andrezza Evelyn da Silva Marchant

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Sistema de tratamento ecológico recupera rios poluídos e cria jardins flutuantes




“E se fosse possível recuperar rios poluídos gastando pouco dinheiro?  Essa é a ambição do sistema de tratamento de água ecológico que pode ser instalado em rios, canais e lagos contaminados. Criado pela empresa escocesa Biomatrix Water, a tecnologia já despoluiu o canal Paco, da cidade de Manila, nas Filipinas.
Além de melhorar a qualidade da água e aumentar a biodiversidade aquática, o sistema revitalizou a paisagem do canal filipino, que antes era destino final de lixo e esgoto. Isso porque usa “jardins flutuantes”, que são ilhas artificiais, de aproximadamente 110 m², cobertas por plantas aquáticas capazes de filtrar poluentes.
O sistema ainda tem outra vantagem: o custo da despoluição é menor do que a metade do que gastam estações de tratamento de águas residuais convencionais, segundo a empresa. Isso é possível graças à integração e ativação do ambiente fluvial circundante.
O processo de descontaminação também dependeu de outros dois fatores: de obras de infraestrutura para evitar o despejo de resíduos no local e da instalação de um reator capaz de adicionar ar à água e introduzir no ecossistema uma bactéria que se alimenta de poluentes.”


Todas as ideias em prol do meio ambiente são sempre bem vindas, afinal não a nada mais importante do que cuidar da nossa casa, do nosso habitat natural.
Essa é uma grande iniciativa para a conservação ambiental e consequentemente para uma melhor qualidade de vida de toda população.